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O sucesso do tratamento está diretamente relacionado ao conhecimento do processo da doença, programa terapêutico adequado e equipe preparada para o atendimento, é necessário desenvolver e trabalhar um programa de acordo com as necessidades que a doença exige, investigamos possíveis comorbidades doenças psíquicas ou clínicas pré-existentes ou desenvolvidas com o uso de substâncias químicas como: hiperatividade, bipolaridade, depressão, transtornos, manias,fobias e etc.


O CENTRO TERAPÊUTICO VAAD, é uma entidade voltada exclusivamente para a recuperação de dependentes químicos. Dispondo de uma equipe de profissionais da mais alta capacidade, o CENTRO TERAPÊUTICO VAAD, tem como objetivo a recuperação completa do paciente. Isso se dá pela forma de tratamento praticada com o mesmo.
Mais do que um tratamento, nós oferecemos aos nossos pacientes, uma estrutura psicológica capaz de fazê-lo rever suas atitudes passadas e renovar seus conceitos de vida. Esses conceitos serão conduzidos de forma adequada pelo tratamento.

 
 
 
 

Cracolândias se espalham pelos municípios da região

O crack de frente e de perto é ainda mais assustador. A equipe do Diário percorreu os principais pontos de consumo da droga no Grande ABC, conversou com usuários e constatou que o problema está espalhado e encravado em todas as cidades da região.

Não existe uma única cracolândia, como a da Capital, com centenas de pessoas perambulando de um lado para o outro. O que há são locais menores, em que a história se repete, seja embaixo de viadutos, em fábricas abandonadas, estações de trem, postos de combustíveis desativados, praças e vielas.

Segundo pesquisa do governo federal, o crack já chegou a 98% dos municípios brasileiros. As cidades da região estão incluídas no grupo. Esses pontos são, na maioria das vezes, o próprio lar dos viciados. Sujeira, mau cheiro, cachimbos e abandono do poder público são marcas na vida dessas pessoas.

A presidente Dilma Roussef colocou o Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack como prioridade de seu governo, mas até o momento apenas Diadema e São Bernardo foram inseridos no programa e receberam R$ 1,9 milhão para financiar tratamentos. As demais cidades ainda não apresentaram planos.

As cracolândias do Grande ABC saltam aos olhos da população. E também são conhecidas dos policiais, das administrações municipais e, principalmente, dos profissionais de Saúde que lidam com este problema diariamente. "Estamos enxugando o chão com a torneira aberta", disse um psicólogo, que trabalha no tratamento de dependentes químicos.

 

 
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